sexta-feira, 13 de junho de 2014

Mauro Campos pede explicações sobre a demora na construção de Laboratório de Alimentos



fonte agora MT com Assessoria

Mauro Campos pede explicações sobre a demora na construção de Laboratório de Alimentos

O vereador Mauro Campos (PT) protocolou um requerimento junto a Câmara Municipal para que seja encaminhado Secretário de Infraestrutura do Município de Rondonópolis onde ele cobra informações sobre o Projeto do Laboratório de Tecnologia de Alimentos.
De acordo com o vereador segmentos da UFMT/CUR, tem lhe procurado para saber do andamento da obra que já está em andamento há vários anos. “Existe uma demora entre o surgimento do projeto e a concretização do mesmo, por isso  é preciso agir de forma mais eficaz para a garantia de sua conclusão”!, diz o vereador.
Há 10 anos
Aproximadamente em 2004, professores da UFMT especificamente dos departamentos de Biologia e Geografia, fizeram um projeto de construção de um Laboratório de Tecnologia de Alimentos. Este Laboratório tem a finalidade de atender os os produtos ruraidos setores da agricultura e de animais.
Os recursos financeiros para este laboratório são federais de emendas parlamentares. A construção seria feita em terras de propriedades da UFMT. Os recursos foram liberados na gestão do Prefeito Adilton Sachetti.
A prefeitura na época em que o secretário era o Adão Hipotilito, decidiu mudar o projeto, transformando-o em um Centro de Abastecimento, controlado e gerenciado pela Prefeitura, tirando deste modo a UFMT do Projeto como estava no inicio.
O prefeito Adilton Sachetti para não fugir totalmente do Projeto Original  e não excluir completamente a Universidade, decidiram de comum acordo entre os parceiros contruir no terreno do CEPROTEC, na divisa com a UFMT, ficou acertado que o Laboratório de Tecnologia de Alimentos seria construido, mesmo porque o Projeto Original estava aprovado e qualquer mudança nele inviabiliazaria o repasse do recurso.
Na gestão do prefeito, José Carlos do Pátio, novamente ele quis mudar a finalidade do projeto original. O fato é que hoje se tem uma obra inacabada e os recursos aplicados são inferiores, e a obra fisica difere do projeto Original. E segundo as informações obtidas não foi aprovada e por isso está paralisada.

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