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Baltazar destacou que produtos agroecológicos são cultivados sem o uso de agrotóxicos
Produtos agroecológicos da agricultura familiar poderão ser comprados e conhecidos pela população no evento ‘Um dia na Praça Brasil’, sexta-feira (25). A iniciativa é da Associação Dando as Mãos, Comissão Pastoral da Terra (CPT) e Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondonópolis (STTRs). Além da venda dos produtos, haverá discussão sobre diversos assuntos ligados à essa classe agrária.
De acordo com o agente da CPT, Baltazar Ferreira de Melo, os itens da produção familiar que serão comercializados são, principalmente, hortifrutigranjeiros. Ele contou ainda que tudo será oferecido a partir de B$ 1,99 (Bacuri), a moeda social do movimento de agricultura.
“A equipe do Banco do Cerrado estará na Praça para fazer a troca do dinheiro em Real pelo Bacuri”, disse Baltazar.
De acordo com o agente da CPT, Baltazar Ferreira de Melo, os itens da produção familiar que serão comercializados são, principalmente, hortifrutigranjeiros. Ele contou ainda que tudo será oferecido a partir de B$ 1,99 (Bacuri), a moeda social do movimento de agricultura.
“A equipe do Banco do Cerrado estará na Praça para fazer a troca do dinheiro em Real pelo Bacuri”, disse Baltazar.
O agente reiterou que até o momento está confirmada a presença de 20 produtores. Porém, ele colocou que esse número pode aumentar até o dia do evento.
PRODUTOS AGROECOLÓGICOS
Baltazar destacou que os produtos da agricultura familiar que estarão à venda fazem parte do projeto de agroecologia da categoria. Ele relatou que os artigos são cultivados sem o uso de agrotóxicos e, por isso, possuem qualidade melhor.
“Nosso principal intuito com essa feira é que a sociedade possa conhecer esses produtos e que os agricultores, de maneira geral, tenham a oportunidade de divulgar esses itens. Atualmente, segundo o IBGE, 76% das frutas e verduras oferecidas ao consumidor são oriundos dos pequenos produtores e da agricultura familiar”, ressaltou.
A ação é realizada, também, em comemoração ao Dia do Agricultor (25 de julho).
A feira começará a partir das 9h, com acolhida feita por alunos da Escola Estadual Wellington Flaviano Coelho, do Assentamento Márcio Pereira.
DISCUSSÕES
Baltazar de Melo explicou que enquanto houver a venda dos artigos, os agricultores debaterão sobre assuntos de interesse da categoria. Alguns dos temas são a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo e do Tráfico Humano, que é o foco da Campanha da Fraternidade deste ano.
Ainda será discutido sobre a Educação do Campo. “Queremos falar sobre a ideia das escolas da Zona Rural terem uma grade curricular específica que prepare as crianças a lidarem com o campo. Nossa proposta também é de incentivar que os jovens continuem a viver nas propriedades, porque hoje muitos saem desses locais para viverem na zona urbana”, comentou o agente da CPT.
Outra questão que será colocada na pauta é sobre o Movimento Unitário, que trata da luta de movimentos pela terra. Baltazar complementou que, durante a discussão, terão informes aos agricultores a respeito da renegociação da dívida do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).
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